domingo, 23 de novembro de 2008

“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas...”

As pérolas são feridas curadas.
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR.
Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...
Você já se sentiu ferido(a) pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!!
Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Grandes Amigos- Paulo de Tarso (aos meus não muitos amigos principalmente =) e aos meus amigos também)Ps: Devemos fazer o bem a quem não nos quer bem!


Há pessoas que passam por este mundo de maneira única, de tal modo que esta vivenda jamais volta ao estado anterior.
Porque esse retorno seria um retrocesso, verdadeiro desperdício do impulso alavancador que os espíritos elevados estabelecem com sua estada.
São invariavelmente humildes, mas, ainda assim, e também por isso, exercem influência marcante e benéfica sobre o seu tempo terreno, restando indelével a sua lembrança exemplar muito após a sua partida.
A maioria ignora a própria condição de criatura à frente de sua época, considerando-se um ser humano indiferenciado, detentor de virtudes e defeitos como tantos outros.
Aceitam resignada e alegremente a estrada extensa que se lhes descortina para ser percorrida, esforçando-se, em plenitude inconsciente, no cumprimento de sua missão.
Deparam-se geralmente com precária condição material, incluindo o envoltório carnal, porém jamais vislumbram motivo para lamentação, revolta ou desânimo.
Superam a aparente fragilidade, revelando-se titãs na luta incruenta pelo progresso físico e moral de si mesmos e de seus contemporâneos.
Onde todos vêem a dificuldade atemorizante, qual montanha a ensejar a desistência acomodada, esses anjos encarnados bendizem a oportunidade de se mostrarem dignos dos imensos e insondáveis recursos que a Providência sempre prodigaliza.
Protagonizam, assim, episódios edificantes de fé, esperança, demonstram confiança no amparo divino, em sua própria capacidade e mesmo nos companheiros de convivência.
Constituem insignificante parcela dos espíritos que demandam esta escola quase sempre inglória, mas representam a concretização da generosidade do Pai Maior, que sempre despacha os seus emissários radiantes às paragens onde as trevas parecem prontas a acabrunhar todos que delas se aproximem.
São, de fato, faróis sublimes e pertinazes, que mostram aos habitantes da Terra que nunca estiveram, e jamais estarão, esquecidos e desamparados do Alto, por mais que perseverem no distanciamento da lei divina, simples e infalível, da caridade e da fraternidade.
Porque a luz é mais valiosa onde a nuvem obscurece o céu.
Muitos desses arautos da consolação superior atravessam a existência terrena despercebidos do restante da humanidade, sem que a ausência de reconhecimento consiga arrefecer a sua prática denodada e incondicional do bem em todas as direções.
Outros poucos recebem a gratidão de alguns que lhes conheceram o trabalho amoroso, uma recompensa justa conquanto insuficiente.
Por isso, os espíritos amigos alegram-se ao presenciar essas ocasiões em que o comportamento cristão de um viajante pela plaga terrena é recordado com tanta felicidade e correção.
Como o bom médico ora lembrado, esses emissários devem ter a sua obra cultuada como exemplo a ser seguido por todos os que não receiem a dedicação destemida ao comando da Lei Maior.
Que saibamos sempre agradecer a dádiva procurando reproduzi-la.

domingo, 9 de novembro de 2008

O tempo de nossas vidas!!!

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
A gente se acostuma a medir a vida em dias, meses, anos...
A gente devia contar a vida pelo número de sorrisos?
De abraços?
De conquistas?
Amores?
E, porque não fracassos também?
Mas será que é mesmo o tempo que mede a nossa vida?
Por que ao invés de dizer tenho tantos anos,a gente não diz:Tenho três amigos, oito paixões, quatro tristezas, três grandes amores e dezenas de prazeres?
A gente vai vivendo e, às vezes, esquece que a vida não é o tempo que a gente passa nela mas, o que a gente faz e sente enquanto o tempo vai passando.
Dizem que a vida é curta, mas isso não é verdade.
A vida é longa pra quem consegue viver pequenas felicidades.
E fazer delas imensos instantes de alegrias e recordações...
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥