Inicialmente, tratada como idiotice, a deficiência mental, era alvo muitas vezes de exorcismo e castigos, outras acolhida com caridade.
Para tanto, muitas definições foram surgindo desde em meados do século XV, até a atualidade. Embora tenha sido uma idiotice primordial, em que se pensavam em um produto de forças cósmicas, posteriormente esteve se declarando mais atualizados e aperfeiçoados, os estudos, porém, não se pode dizer ser um produto final, mas em constantes mudanças.
A idiotice era uma enfermidade, por infortúnuos naturais entre a ausência ou perda da razão; depois, falta de julgamento e de inteligência, que não corresponde ao pensamento racional real: o cérebro é a sede da enfermidade, que consiste na ausência de imaginação e memória.
Mais à frente, outras denominações surgiram, melhorando o aspecto de inutilidade deste indivíduo e se aproximando do que hoje é relatado.
Então, por Luckasson (2002), surge o “retardo mental” como: deficiência caracterizada por limitações, significativas tanto no funcionamento intelectual, como no comportamento adaptativo, expresso em habilidades adaptativas, conceituais, sociais e práticas; se originando antes da idade de 18 anos.
Todos esses requisitos, nos leva a crer, que em todas essas análises sobre a deficiência mental, impreterivelmente colaboraram com o desenvolvimento de novas estratégias, métodos, que à base de um diagnóstico de identificação das necessidades de suporte e planejamento do sistema de suportes a ser implantado, para favorecer o funcionamento eficiente do aluno.
Para tanto, muitas definições foram surgindo desde em meados do século XV, até a atualidade. Embora tenha sido uma idiotice primordial, em que se pensavam em um produto de forças cósmicas, posteriormente esteve se declarando mais atualizados e aperfeiçoados, os estudos, porém, não se pode dizer ser um produto final, mas em constantes mudanças.
A idiotice era uma enfermidade, por infortúnuos naturais entre a ausência ou perda da razão; depois, falta de julgamento e de inteligência, que não corresponde ao pensamento racional real: o cérebro é a sede da enfermidade, que consiste na ausência de imaginação e memória.
Mais à frente, outras denominações surgiram, melhorando o aspecto de inutilidade deste indivíduo e se aproximando do que hoje é relatado.
Então, por Luckasson (2002), surge o “retardo mental” como: deficiência caracterizada por limitações, significativas tanto no funcionamento intelectual, como no comportamento adaptativo, expresso em habilidades adaptativas, conceituais, sociais e práticas; se originando antes da idade de 18 anos.
Todos esses requisitos, nos leva a crer, que em todas essas análises sobre a deficiência mental, impreterivelmente colaboraram com o desenvolvimento de novas estratégias, métodos, que à base de um diagnóstico de identificação das necessidades de suporte e planejamento do sistema de suportes a ser implantado, para favorecer o funcionamento eficiente do aluno.
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