segunda-feira, 15 de setembro de 2008

DA TERMINOLOGIA DO DISTÚRBIO, ÀS NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS, segundo CÉSAR COLL

Na primeira metade do século XX, ser deficiente era inatismo, por causas fundamentalmente orgânicas, produzidas por sua vez, no início do desenvolvimento. Trazendo consigo duas conseqüências significativas, detecção precisa do distúrbio e atenção especial, distinta e separada da organização educacional regular, surgindo assim as escolas especiais, que posteriormente sofreram modificações.
Algumas delas, no que diz respeito à aprendizagem, concepções, métodos, capacitação de professores e profissionais da área, entre outros.
Pensando-se na integração, que visa principalmente três tipos, físico, quando classes ou unidades educacionais especiais, são construídas no mesmo lugar das escolas regulares; social, quando já instalados na instituição regular, participam de atividades comuns, com os demais colegas e funcional, quando estes participam de aulas das classes comuns, em meio período ou integralmente, porém, houveram críticas sobre o que de fato deveria ser e se realmente acontecia a integração como dizem. Entretanto, um respaldo legal e importantíssimo, favoreceu esta integração educacional.
Um projeto educacional, também deve ser analisado, pois não pode acarretar sobre apenas um funcionário, tudo dentro de uma instituição, deve ser globalmente previsto, revisto e produzido, o que constitui equipes estáveis e sólidas, provendo o desenvolvimento dentro e fora da sala de aula, assim como a sociedade em geral, visando o desenvolvimento sociocultural e pessoal também dos portadores de necessidades educacionais e permanentes.

Um comentário:

Anônimo disse...

eu sou estudante de psicologia,e neste ano estou estudando diversidade humana,e estou lendo um texto sobre esse assunto mais de um outro autor.E resolve não me deter em um so texto,então pesquisando cheguei ate o seu,que de certo modo me ajudou a entender com mais clareza o assunto,gosto muito dessa materia...